CASOS - VIDA E LINGUAGEM



CASOS – VIDA E LINGUAGEM


Ricardo Timm de Souza


Saudade é dor que não dói
Doce ventura cruel
É talho que fecha em falso
É veneno e sabe a mel...

João Simões Lopes Neto[1]

I

            Quem não conhece, por ouvir, ler ou mesmo apenas por ouvir falar, um marcante Causo Gauchesco? Casos povoam a nossa infância, tempos passados e lugares distantes, e nem por isso perdem atualidade; Casos se dão presentes na sensibilidade e inteligência dos ouvintes ou leitores, e são tão atuais quando alguém os narra com a verve necessária como quando realmente aconteceram ou pretensamente aconteceram... pois uma das características do Caso é uma referência a uma realidade que permanece, que ressurge viva e como que virgem pela recriação do contador ou do narrador, um fragmento de realidade inusitado, alegre, triste, assustador, estranho, mas sempre marcante, que irrompe no aqui e agora divertindo, chocando ou comovendo. Casos não envelhecem. Sua linguagem ágil, que vai direto ao ponto sem se deter em meras descrições, que faz aflorar sentimentos e ressurgir atmosferas que poderíamos até julgar extintas, uma linguagem pontuada por expressões coloquiais sem cair na banalidade, é, essencialmente, uma linguagem viva.
Por outro lado, a literatura regionalista do Rio Grande do Sul registrou ao longo de sua história muitas compilações de Casos. Escritores de diversas índoles e estilos dedicaram-se a decantar em textos narrativas que procuraram fidelidade a esta vida dos Casos. Nem sempre foram bem sucedidos. Muitas vezes deixaram-se entusiasmar excessivamente pela nostalgia de algum passado grandioso ou heróico, e seus textos acabaram recaindo em louvores a tempos idos que denunciam muito mais idealizações de tipos, lugares e acontecimentos do que aquilo que caracteriza um Caso bem sucedido literariamente: a sua simplicidade e sinceridade. Pois é apenas quando estes elementos – uma simplicidade à toda prova e uma sinceridade profunda, sem nenhum tipo de rebuscamento ou máscara –, se encontram na narrativa, que o Caso pode reviver ao leitor e no leitor toda sua vitalidade. Outros autores, porém, conseguiram imprimir às suas narrativas aquela combinação adequada de exuberância de vida e sobriedade descritiva que as imortaliza como Casos. Combinação difícil! Quando alcançada, temos obras-primas que despontam entre as melhores que nossa terra já produziu. Pequenos tesouros literários que exigem bons leitores que saibam, ao ler, também ouvir atentamente o que está sendo narrado.


II – “Mas isto é outra coisa; vamos ao caso”

            Mas, de um modo algo mais técnico, como poderíamos caracterizar um Caso? O que diferencia um Caso de um Conto ou mesmo de uma Crônica? Sabemos desde já o que os aproxima: são narrativas curtas que, quando bem sucedidas, constituem preciosa literatura. Há diferenças importantes, porém. Em sua obra Regionalismo e Literatura no Rio Grande do Sul[2], Maria Eunice Moreira nos oferece um quadro que nos permite reconhecer com mais propriedade aquilo que é específico do Caso em relação a outras formas literárias. Entre outros aspectos, a autora destaca que:

a)      O Caso não é propriamente um gênero literário, mas – como já sugerimos – algo como que uma irrupção de realidade no interior de uma narrativa de ficção (“Mas isto é outra coisa: vamos ao caso”); mesmo quando o Caso constitui o todo da narrativa, é marcante este tom de realidade que o narrador imprime à narrativa: “o caso quer ter o estatuto de caso real, levando o narrador a apresentá-lo num discurso convincente de sua realidade”. Isto também se dá através da utilização de verbos: “contar, relatar, ouvir, escutar”;
b)      O Caso se apresenta, em algum ponto do texto (que pode ou não ser no seu início), como caso – “Mas isto é outra cousa; vamos ao caso”, e o narrador – narrador-personagem, pois muito dele transparece no narrado – toma a palavra e reivindica credibilidade ao seu contar;.
c)      O Caso não é apenas ficção: “a invocação de testemunhas, presentes ou ausentes, é outra maneira utilizada para comprovar ao ouvinte a realidade do caso”.

É possível que tenhamos aqui, então, uma chave para a compreensão desta forma de compor literatura: o Caso é uma narrativa curta que combina de forma própria, diferente do que o fazem outras formas de literatura (novela, conto, crônica, romance, mesmo poesia) a ficção e a vitalidade do testemunho, a realidade e a linguagem. E uma realidade que quer ser ouvida, ademais de lida; todo leitor de Casos é um ouvinte-leitor.


III “...é bicho mau, o homem!”

            Analisemos agora um precioso Caso de um dos maiores autores do Rio Grande do Sul: João Simões Lopes Neto. Trata-se de “O boi velho”, extraído de Contos Gauchescos & Lendas do Sul[3]. Embora intitulado pelo autor “conto”, este trabalho apresenta, ao nosso juízo, tudo aquilo que imortaliza um Caso: linguagem precisa e criativa, simplicidade na apresentação das idéias e, principalmente, aquilo que anteriormente destacamos como características de Casos literariamente bem-sucedidos: uma articulação vigorosa entre vida – realidade vivida e vívida – e linguagem.

Cuê-pucha!... é bicho mau, o homem! Conte vancê as maldades que nós fazemos e diga se não é mesmo!... Olhe, nunca me esqueço dum caso que vi e que me ficou cá na lembrança, e ficará té eu morrer... como unheiro em lombo de matungo de mulher.


            Temos já aqui, no primeiro parágrafo do texto, algumas marcas muito claras do Caso – aqui, um caso pungente. O narrador toma a palavra, convida o leitor-ouvinte a participar do que seguirá, e motivos se dão para isso: uma indignada interjeição, uma constatação inicial em forma de juízo de realidade, um convite a ouvir, e ainda uma presença pertinaz e incômoda do acontecido na lembrança do narrador, que “...ficará té eu morrer... como unheiro em lombo de matungo de mulher”. A linguagem é coloquial e regionalista, sem fazer dessas características um centro pitoresco de interesse da narrativa. O narrador não hesita em confessar-se ainda hoje afetado pelo acontecido, ainda que o que se deu haja acontecido há muito tempo. E o caso narrado será também, implicitamente, um convite do narrador para que o ouvinte-leitor deixe-se afetar igualmente pela força do que ouvirá.

Foi na estância dos lagoões, duma gente Silva, uns Silva mui políticos, sempre metidos em eleições e enredos de qualificação de votantes.
A estância era como aqui e o arroio como a umas dez quadras; lá era o banho da família. Fazia uma ponta, tinha um sarandizal e logo era uma volta forte, como uma meia-lua, onde as areias se amontoavam formando um baixo: o perau era do lado de lá. O mato aí parecia plantado de propósito: era quase que pura guabiroba e pitanga, araçá e guabiju; no tempo, o chão coalhava-se de fruta; era um regalo!
Já vê... o banheiro não era longe, podia-se bem ir lá a pé, mas a família ia sempre de carretão, puxado a bois, uma junta, mui mansos, governados de regeira por uma das senhoras-donas e tocados com uma rama por qualquer das crianças.


            Os personagens principais – os bois – são introduzidos na história sem dramas maiores. Sua característica principal, que perpassará toda a história – a mansidão – já está definida como sua qualidade central, uma adjetivação que já basta por agora, e que dá ao ouvinte-leitor a idéia necessária desses personagens bovinos. Dos bois, já sabemos o essencial; e estão desde sempre ligados às figuras das crianças. Isso não impede, porém, que o narrador avance um pouco mais no estilo desta caracterização. Eram bois específicos, que tinham nomes próprios, e não bois em geral. O que se passou, passou com personagens que realmente existiram, uma existência não conjurada pela criatividade do ficcionista, mas resgatada e testemunhada pela habilidade do narrador:

Eram dois pais da paciência, os dois bois. Um se chamava Dourado, era baio: o outro, Cabiúna, era preto, com a orelha do lado de laçar, branca, e uma risca na papada.
Estavam tão mestres naquele piquete, que, quando a família, de manhãzita, depois da jacuba de leite, pegava a aprontar-se, que a criançada pulava para o terreiro ainda mastigando um naco de pão e as crioulas apareciam com as toalhas e por fim as senhoras-donas, quando se gritava pelo carretão, já os bois, havia muito tempo que estavam encostados no cabeçalho, remoendo, muito sossegados, esperando que algum peão os ajoujasse.


            Uma cena banal, bois mansos e solícitos, crianças, crioulas e senhoras-donas, uma paisagem indiferente, ganha agora em densidade: o tempo dilata a narração. Os anos vão passando. Permanecem a solicitude dos bois e a evocação de cada um, recompensados por guloseimas oferecidas pelas crianças inocentes.
É certo que “com o andar do tempo”, as coisas se modificam, as crianças viram adultos, mas novas crianças se sucedem. Não temos aqui nostalgia do passado, mas apenas constatação de que as gerações se sucedem. Os bois permanecem, espécie de resquício antigo, sempre tranqüilo.

Assim correram os anos, sempre nesse mesmo serviço. Quando entrava o inverno eles eram soltos para o campo, e ganhavam num rincão mui abrigado, que havia por detrás das casas. Às vezes, um que outro dia de sol mais quente, eles apareciam ali por perto, como que indagando se havia calor bastante para a gente banhar-se. E mal que os miúdos davam com eles, saíam a correr e a gritar, numa algazarra de festa para os bichos.
- Olha o Dourado! Olha o Cabiúna!  Oôch!... ôch!...
E algum daqueles traquinas sempre desencovava uma espiga de milho, um pedaço de abóbora, que os bois tomavam, arreganhando a beiçola lustrosa de baba, e punham-se a mascar, mui pachorrentamente, ali à vista da gurizada risonha.
Pois veja vancê... Com o andar do tempo aquelas crianças se tornaram moças e homens feitos, foram-se casando e tendo famílias, e como queira, pode-se dizer que houve sempre senhoras-donas e gente miúda para os bois velhos levarem ao banho do arroio, no carretão.


            A vida, porém, não é indene à passagem do tempo: os mortais morrem. Em algum ponto do passado, o boi Malhado chega ao fim de seus dias. O boi Cabiúna é testemunha dolorida do acontecido. E vai, mais e mais, assumindo uma individualidade, é mais e mais um boi especial, e não um boi qualquer.

Um dia, no fim do verão, o Dourado amanheceu morto, mui inchado e duro: tinha sido picado de cobra.
Ficou pois, solito, o Cabiúna; como era mui companheiro do outro, ali por perto andou uns dias pastando, deitando-se, remoendo. Às vezes esticava a cabeça para o morto e soltava um mugido... Cá pra mim o boi velho – uê! Tinha caraça grossa nas aspas! Berrava de saudades do companheiro e chamava-o, como no outro tempo, para pastarem juntos, para beberem juntos, para puxarem o carretão...
- Que vancê pensa!... os animais se entendem... eles trocam língua...
Quando o Cabiúna se chagava mui perto do outro e farejava o cheiro ruim, os urubus abriam-se, num trotão, lambuzados de sangue podre, às vezes meio engasgados, vomitando pedaços de carniça...
Bichos malditos, estes encarvoados.
Pois, como ficou solito o Cabiúna, tiveram que ver outra junta para o carroção e o boi velho por ali foi ficando. Porém começou a emagrecer... e tal e qual uma pessoa penarosa, que gosta de estar sozinha, assim o carreteiro ganhou o mato, quem sabe, de penaroso também...


            Cabiúna entende, sofre, por fim fica melancólico, penaroso... emagrece, um pouco por velhice, um pouco por mágoa. Isola-se. Afasta-se, pelo isolamento, do domínio do narrador. Não é mais um boi preso a carroções, mas um boi solto, que mostra sua vontade própria fugindo para o mato, fugindo do controle externo de suas ações, sendo ele mesmo. E, sendo ele mesmo, acaba um dia por retornar, para alegria das crianças, outras que as de antigamente, mas sempre crianças. Até os adultos são contagiados por essa alegria do retorno, essa falsa promessa de restauração:

Um dia de sol quente ele apareceu no terreiro.
Foi um alvoroto na miuçalha.
- Olha o Cabiúna! Ô Cabiúna! Oôch!... Cabiúna! oôch...
E vieram à porta as senhoras-donas, já casadas e mães de filhos, e que quando crianças tantas vezes foram levadas pelo Cabiúna; vieram os moços, já homens, e todos disseram:
- Olha o Cabiúna! Oôch!... Oôch!...


            Falsa promessa de restauração, de reavivamento do passado em uma alegria presente, muito curta. Entra em cena outra personagem principal: a maldade humana, sob a forma da cobiça:

Então, um notou a magreza do boi; outro disse que sim; outro disse que ele não agüentava o primeiro minuano de maio; e, conversa vai, conversa vem, o primeiro, que era mui golpeado, achou que era melhor matar-se aquele boi, que tinha caraça grossa nas aspas, que não engordava mais e que iria morrer atolado no fundo d’alguma sanga e... lá se ia então um prejuízo certo, no couro perdido...
E já gritaram um peão, que trouxesse o laço; e veio. À mão no mais o sujeito passou uma volta de meia-cara: o boi cabresteou, como um cachorro...
Pertinho estava o carretão, antigão, já meio desconjuntado, com o cabeçalho no ar, descansado sobre o muchacho.
O peão puxou da faca e de um golpe enterrou-a até o cabo, no sangradouro do boi manso; quando retirou a mão, já veio nela a golfada espumenta do sangue do coração...
Houve um silenciozito em toda aquela gente.


            O narrador, no reviver dos acontecimentos, como que se confunde com sua narrativa; as coisas foram acontecendo, e o testemunho vai sendo prestado, grave, intenso, seco. “...um silenciozito em toda aquela gente” coroa, como breve hesitação, sombra remotíssima da iniqüidade praticada, o irreparável. A grandeza da mansidão foi recompensada com um ataque mortal, violento, da pequenez humana.
            O boi, reduzindo-se novamente a uma generalidade, como qualquer outro boi que já tenha sido sacrificado na história carnívora da humanidade, revive desde dentro de seu martírio; o linguajar simples, totalmente realista do narrador, mescla-se com sua sofisticada e intensa interpretação dos presumidos sentimentos do pobre animal, e temos uma combinação magistral de fatos e acontecimentos que se precipitam, obrigando-nos, como ao narrador, a elucubrar penosamente causas para a reação de Cabiúna à agressão, Cabiúna manso até a morte:

O boi velho sentindo-se ferido, doendo o talho, quem sabe se entendeu se aquilo seria um castigo, algum pregaço de picana, mal dado, por não estar ainda arrumado... pois vancê creia! –: sobrando o sangue em borbotões, já meio roncando na respiração, meio cambaleando, o boi velho deu uns passos mais, encostou o corpo ao comprido no cabeçalho do carretão, e meteu a cabeça, certinho, no lugar da canga entre os dois canzis... e ficou arrumado, esperando que o peão fechasse a brocha e lhe passasse a regeira na orelha branca...
E ajoelhou... e caiu... e morreu...


            O realismo descritivo toma novamente, sem rebuscamentos, a palavra, palavra que só é interrompida por mais uma criança daquelas do passado e do presente, que irrompe na cena para atestar o retorno impotente e denunciador da inocência no sangrento cenário repleto de mesquinhez e ingratidão...

Os cuscos pegaram a lamber o sangue, por cima dos capins... um alçou a perna e verteu em cima... e enquanto o peão chairava a faca para carnear, um gurizinho, gordote, claro, de cabelos cacheados, que estava comendo uma munhata, chegou-se para o boi morto e meteu-lhe a fatia na boca, batia-lhe na aspa e dizia-lhe na sua língua de trapos:
- Tome, tabiúna! Nô té... Nô fá bila, tabiúna!...
E ria-se o inocente, para os grandes, que estavam por ali, calados, os diabos, cá para mim, com remorsos por aquela judiaria com o boi velho, que os havia carregado a todos, tantas vezes, para a alegria do banho e das guabirobas, dos araçás, das pitangas, dos guabijus!...
- Veja vancê, que desgraçados; tão ricos... e por um mixe couro de boi velho!...
Cuê-pucha!... é mesmo bicho mau, o homem!


* * *

            Teria sido o narrador realmente testemunha ocular do que se passou? É descrição de fatos ou fatos enobrecidos por uma descrição habilidosa? Essas questões nos parecem, aqui, irrelevantes. O narrador estava na história, o Caso deu-se, dele somos, agora, testemunhas. E não testemunhas neutras, mas envolvidas até a medula com sentimentos e situações que contrastam fortemente com a mansidão de Dourado e Cabiúna. A história deles é a nossa, os sentimentos do narrador são nossos, num conluio de vida e linguagem: isto é um Caso.





APÊNDICE – “pequena história do primeiro auto

            Não apenas na literatura já clássica de nossa história encontramos excelentes Casos, e não apenas narrados através dos recursos tradicionais. A multiplicação recente de formas de comunicação renova as tradicionais modalidades de criação e expressão. É possível contar Casos sem recorrer aos meios tradicionais, escrita e oralidade, e nem por isso os Casos perdem em conteúdo e riqueza, se estiverem presentes a vida e a espontaneidade da linguagem. Que tal é possível também com imagens, nos prova chargista Santiago no cômico Caso “Pequena história do primeiro auto”, no livro Os causos do macanudo Taurino Fagunde[4]:


PEQUENA HISTÓRIA DO PRIMEIRO AUTO
De um texto de Mario Quintana

Os de Alegrete dizem que o causo se deu em Itaqui, os de Itaqui que foi no Alegrete, outros juram que só poderia ter acontecido em Uruguaiana. Eu não afirmo nada: sou neutro. Mas pelo que me disseram a história foi assim, como já lhes conto:



Q U A D R I  N H O S







Referências Bibliográficas


ASSIS BRASIL, Luís Antônio de. Cães da província, Porto Alegre: Mercado Aberto, 1992
BAUMGARTEN, Carlos Alexandre; MOREIRA, Maria Eunice. Literatura sul-rio-grandense: ensaios, Rio Grande: Editora da FURG, 2000
CHAVES, Flávio Loureiro. Matéria e invenção: ensaios de literatura, Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1994
CHEUICHE, Alcy. Sepé Tiaraju – Romance dos Sete Povos das Missões, Porto Alegre: AGE editora, 2004
CORONEL, Luiz. O cavalo verde – causos gaúchos e relatos interioranos, Porto Alegre: Mecenas, 2002
FARACO, Sérgio. Contos completos, Porto Alegre: L&PM, 1995
---, Rondas de escárnio e loucura, Porto Alegre: L&PM, 2000
LESSA, Barbosa. Rodeio dos Ventos, Porto Alegre: Globo, 1978
LOPES NETO, João Simões. Contos Gauchescos & Lendas do Sul, Porto Alegre: L&PM, 1999
---, Casos do Romualdo, Porto Alegre: Martins Livreiro Editor, 2000
MEYER, Augusto. Prosa dos Pagos, Rio de Janeiro: Presença, 1979
MOREIRA, Maria Eunice. Regionalismo e Literatura no Rio Grande do Sul, Porto Alegre: EST/ICP, 1982
PAVIANI, Jayme. O pomar e o pátio, Caxias do Sul: Maneco Livraria e Editora, 2002
RILLO, Apparício Silva. Viagem ao tempo do pai, Porto Alegre: Martins Livreiro, 1981
SANTIAGO. Os causos do macanudo Taurino Fagunde, Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982
ZILBERMAN, Regina, MOREIRA, Maria Eunice, ASSIS BRASIL, Luís Antônio de. (Orgs.) Pequeno dicionário da literatura do Rio Grande do Sul, Porto Alegre: Novo Século, 1999



[1] “No manantial”, in: LOPES NETO, João Simões. Contos Gauchescos & Lendas do Sul, Porto Alegre: L&PM, 1999, p. 48.

[2] MOREIRA, Maria Eunice. Regionalismo e Literatura no Rio Grande do Sul, p. 106.
[3] LOPES NETO, João Simões. Contos Gauchescos & Lendas do Sul, Porto Alegre: L&PM, 1999, p. 56-64. Todas as citações a seguir são deste texto.
[4] In: SANTIAGO. Os causos do macanudo Taurino Fagunde, Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.

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