RAZÕES PLURAIS 7 - CONCLUSÃO E BIBLIOGRAFIA



Conclusão



            Quantos delírios, medos e temores, neuroses e perversões, violências inauditas, teriam sido evitados, houvesse o pensamento deixado o tempo entregue a si mesmo! Por haver sonhado com sua anulação, plantou a semente de sua própria desagregação. À filosofia bem montada, que repousa no fundo das bibliotecas, opõe-se o filosofar enquanto processamento de encontros com o real: a racionalidade ética.
            Ao lado de outras definições de consciência filosófica, podemos agora propor esta: a consciência filosófica é a consciência da temporalidade que a constitui.
            O trabalho grandioso desses filósofos, examinados a título de exemplaridade em algumas de suas linhas mais significativas, nos fornece elementos mais que suficientes para uma das mais urgentes tarefas filosóficas: uma incisiva crítica da razão perversa, ou, se preferirmos, da razão violenta/estéril-tautológica. Que haja gente que julgue ser capaz de pensar fora do tempo, da temporalidade que a constitui, não é apenas um espasmo potencialmente mortal de antilucidez: é também uma mortal identificação entre imanência, tautologia e sadomasoquismo. O mundo se encarrega de esfolar suas certezas. Mas ao filósofo lúcido – aquele que não vê na temporalidade da realidade o contrário de si mesmo, mas a possibilidade de si mesmo não sucumbir nesse exato momento em que essa consciência concêntrica implode na direção de seus indevassáveis interiores – a esse filósofo a irrupção de algo como a racionalidade “ética”, que é expressão de uma consciência aberta ao mundo, e não às camadas coloridas e auto-suficientes destiladas por uma imanência delirante, traumatiza, mas não fere de morte: fere de vida, a vida a que todos, filósofos e não-filósofos, estão condenados.


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